MAXILABOR DISPONIBILIZA RESULTADO EM APENAS UM DIA ÚTIL

MAXILABOR DISPONIBILIZA RESULTADO EM APENAS UM DIA ÚTIL

Há mais de 20 anos na área da toxicologia o Maxilabor Diagnósticos trabalha para ser o laboratório de referência nacional e internacional nas análises de drogas de abuso e ser o provedor mais confiável e admirado pelos seus serviços e valores.

Por ser uma entidade de vanguarda, atua junto a sua equipe para aprimorar seus processos e assim atender seus clientes com a mais absoluta excelência.

Dessa forma, a partir dessa segunda-feira, 23/09, passa a disponibilizar o resultado dos exames toxicológicos em apenas um dia útil, a partir da chegada da amostra na sede do laboratório, para amostras oriundas de todo o Brasil.

“O Maxilabor trabalha diariamente para atender seus clientes nas suas mais urgentes necessidades”, declara o Diretor Médico-Científico do laboratório, Prof. Dr. Anthony Wong, que também é médico revisor do Maxilabor. “Entendemos que por sermos um dos primeiros laboratórios credenciados pelo DENATRAN, mais do que preço competitivo, devemos alinhar nossos processos para disponibilizar o resultado, seja ele positivo ou negativo, no menor tempo possível. Assim, é de forma dinâmica, com qualidade e responsabilidade que passamos a disponibilizar o resultado em apenas 1 dia útil”.

Vale dizer, que o exame toxicológico foi implantado em 2016 e continua obrigatório no país para motoristas com habilitação C, D e E. Além disso, segundo pesquisa realizada pelo IBOPE em junho deste ano, cujo resultado foi citado no site da OAB, entre os 2.002 entrevistados, de 144 municípios, 85% apoiam que os motoristas profissionais reprovados em exames toxicológicos tenham suas carteiras de habilitação suspensas até realizarem novo teste que comprove que estão livres de drogas.

Os dados do IBOPE refletem o que aconteceu nas estradas desde a implantação do exame: o número de acidentes caiu. No entanto, para que esta queda continue crescente é preciso uma fiscalização eficaz e uma ação para com aqueles motoristas que foram pegos na positividade.

“Não basta fazer o exame e não se importar com aquele que apresentar um resultado positivo”, avalia Dr. Wong. “É preciso dar um direcionamento para esses condutores para que se sintam amparados pelo Estado caso queiram abandonar o vício. Não basta tirá-los das estradas, o que já é um grande começo. É preciso também oferecer tratamento para que não voltem, depois de três meses, a ser causadores de acidentes em potencial”, conclui.

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Gisela Vendramini

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