FEVEREIRO BRANCO E ROXO – VAMOS FALAR SOBRE SAÚDE MENTAL, ALZHEIMER, LÚPUS E FIBROMIALGIA?

FEVEREIRO BRANCO E ROXO – VAMOS FALAR SOBRE SAÚDE MENTAL, ALZHEIMER, LÚPUS E FIBROMIALGIA?

A cor branca está associada à campanha sobre saúde mental. É em janeiro que acontecem as campanhas de conscientização sobre este tema, mas o Maxilabor traz à tona o assunto novamente e o une ao fevereiro roxo, mês de conscientização sobre o Alzheimer, o lúpus e a fibromialgia.

Alguns exemplos de doenças mentais que acometem a sociedade contemporânea são depressão, ansiedade, estresse, esquizofrenia, transtorno de personalidade, etc, etc, etc. Doenças como essas são frutos de um elevado ritmo de vida, bem como da excessiva cobrança social. Como efeito disso, observa-se uma elevada taxa de suicídio e fica evidente a importância de se discutir ações de sensibilização ao problema e colocá-las em prática.

É fato que quem está sofrendo depressão ou qualquer outro transtorno deve receber maior atenção. E, se a pessoa consome álcool ou outras drogas a atenção deve ser redobrada, visto que essa combinação é responsável pelo maior número de mortes no mundo inteiro.

Perda de interesse pela vida, baixa autoestima, introspecção e isolamento são sinais de alerta urgentes.

Esteja atento a quem está do seu lado. Um familiar, um colega de trabalho ou um amigo pode estar precisando apenas de um olhar mais cuidadoso. Esta, talvez, seja a principal ação que devemos adotar nesta campanha sobre saúde mental.

Da mesma forma, o Alzheimer, o lúpus e a fibromialgia são doenças que merecem nossa atenção, e não têm cura. Porém, mesmo não havendo cura, no mínimo, que haja conforto ao portador de alguma delas.

Nesta campanha roxa precisamos compartilhar experiências, tratamentos disponíveis e mostrar que, com o diagnóstico precoce, maiores são as chances de resposta positiva.

Alzheimer, lúpus e fibromialgia

Alzheimer é uma doença que destrói as funções do cérebro. Possui as fases leve, moderada e grave. Estudos indicam que para prevenir o desenvolvimento da doença é necessário adotar hábitos saudáveis, que devem ser praticados ao longo da existência, como o controle de doenças como hipertensão, diabetes e obesidade, combate ao sedentarismo, com a prática de atividade física regular, evitar o tabagismo e praticar ações que estimulem a memória, como leitura e realização de novas tarefas.

O Ministério da Saúde publicou, em 2002, uma portaria que instituiu no Sistema Único de Saúde – SUS, o Programa de Assistência aos Portadores da Doença Alzheimer, que funciona por meio dos Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso, responsáveis pelo diagnóstico, tratamento, acompanhamento dos pacientes e orientação aos familiares.

O lúpus é considerado uma doença autoimune, cujos sintomas são inflamação em articulações, pele, olhos, rins, cérebro, coração e pulmões. Febre, fadiga, dor nas articulações, de cabeça e no peito, rigidez muscular, dificuldade de respirar, confusão mental e perda de memória, além de queda de cabelo, ansiedade e mal-estar, podem acometer aquele que tem a doença. Em casos mais graves, se não tratados adequadamente, pode levar à morte. Normalmente, a pessoa descobre que tem lúpus após a exposição solar exagerada, infecções e uso de alguns antibióticos e de medicamentos para controlar convulsões e pressão alta.

Para prevenir essas doenças que têm o risco de ocorrência aumentado após uma infecção viral, é importante manter a vacinação em dia. Aconselha-se que o portador de lúpus se imunize contra gripe, pneumonia, herpes-zoster, HPV, difteria, tétano e coqueluche (vacina tríplice viral ou dTpa) e hepatites A e B.

A fibromialgia tem como principal característica o aparecimento de dor muscular crônica e generalizada, acompanhada de sintomas como fadiga, alterações do sono, memória e humor.

O tratamento envolve o uso de medicamentos e prática de fisioterapia e acupuntura, atividade física, boa qualidade de sono e diminuição do nível de estresse psíquico.

Pensando na qualidade de vida do portador da doença, o departamento de Fisioterapia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo desenvolveu o aplicativo ProFibro, que traz informações importantes sobre a síndrome. Além disso, é possível preencher um questionário mensal e acompanhar o progresso da enfermidade e do controle dos sintomas. A tecnologia conta ainda com um programa de exercícios físicos e uma parte dedicada à higiene do sono.

Na maioria das vezes, essas doenças graves podem ser tratadas e têm boas chances de permitir qualidade de vida mesmo no estágio avançado da doença – daí a necessidade de conscientizar e informar a população.

O Maxilabor apoia o fevereiro branco/roxo! Seja consciente, previna-se e multiplique essas informações.

Com informações da Secretaria da Saúde do Distrito Federal e Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

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Gisela Vendramini

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